22 de mai de 2010

blog do avallone


A Febre das Baladas.

Agora não tem jeito. É incontrolável, virou moda. Mais do que isso, a balada virou febre. Poucos dias depois da festa do caqui dos jogadores do Palmeiras que deu no que deu. Quatro jogadores do Santos- Neymar, Paulo Henrique Ganso, André e Madson (reincidente)- foram multados e afastados do time do Santos por motivos semelhantes.

No fim, não vai dar em nada. E nem há muito que fazer. Carente de talentos, negociando os melhores deles para o exterior, os clubes terão de suportar as travessuras de seus meninos ricos, tentando conviver com a nova realidade. Mesmo quando eles deixam de ser meninos (casos de Adriano, Ronaldo e Vagner Love) lá vão eles em busca do que a vida pode oferecer. Dinheiro não lhes falta e as Marias Chuteiras da vida muito menos.

Uma escapadinha ou outra, não sejamos ingênuos ou hipócritas, sempre existiu. E não é isso que faz mal ao físico de um atleta: mal faz ficar a noite inteira bebendo- às vezes fumando- até de madrugada, isso se não houver ingrediente mais perigoso. Qual a disposição para ir treinar, no dia seguinte, com plenas condições e total entusiasmo?

 Lembro-me de uma história de um superstar, em época em que os jogadores não ficavam ricos tão cedo como agora, em que este astro combinou uma saidinha com duas moças e o preparador físico do clube. Do alto de sua autoridade, o preparador ordenou: “Não pode passar da meia- noite, estamos combinados?” . O astro topou e à meia-noite, como o preparador físico tinha adormecido, só restou ao astro lembrá-lo da ordem recebida com três violentas pancadas na porta do quarto:

 - “Professor, meia-noite. Vamos embora”.

  E assim foi feito.

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